segunda-feira, 5 de setembro de 2016

1º dia de creche do Gonçalo

Ora, como referi neste post, este ano, decidimos que estava na altura do Gonçalo começar a frequentar a creche... estar com a avó é, sem dúvida, muito bom... criam-se laços fortes entre ambos e saber que o nosso filho está entregue à nossa mãe, deixa-nos bem mais tranquilas... 

No entanto, chegou a altura de percorrer novos caminhos, conhecer novos horizontes... confesso que, os dois dias que antecederam a ida dele para a creche foram assim complicaditos para mim... sentia-me ansiosa, doía-me o estômago, sentia aquele friozinho na barriga...

Se por um lado, tenho perfeita consciência de que, esta nova etapa da vida dele {e das nossas} só trará benefícios, não só em termos de aprendizagens, como também de estímulos... por outro, fica aquele aperto por ter de entregá-lo a pessoas desconhecidas... 

Claro que a escolha da creche foi bem ponderada e estudada... seria incapaz de entregar o meu filho se não tivesse boas referências da instituição que o acolhe e da educadora com quem estará!

Ora, e o primeiro dia, perguntarão vocês, como foi o primeiro dia?! Foi bom, correu bem, segundo a educadora! Portou-se bem, brincou muito... ainda havia poucos meninos, pois a maioria só iniciará na segunda feira... Optamos por  fazer a integração do Gonçalo na creche de forma faseada, para ele não estranhar a nossa ausência... e assim, no primeiro dia, fomos buscá-lo a seguir ao almoço! Deve ter sido uma manhã bem produtiva visto que mal o colocamos na cadeirinha auto, puf, adormeceu!

No segundo dia, já o fomos buscar após o lanche... a educadora queria ver como seria a sesta e foi como previa... complicada! O Gonçalo sempre teve muita dificuldade em adormecer... não o faz sozinho, tem um adormecer muito agitado e, geralmente, faz birra... se comigo é assim, já estava à espera que na creche também o fosse... e foi, a educadora disse que demorou a adormecer e chorou bastante, acabando por ceder e dormir uma sestinha de 1h... a ver vamos como corre na segunda!

Acredito que seja tudo uma questão de adaptação, não conhece o espaço, nem as pessoas e é natural que se sinta mais ansioso nesses momentos... aguardemos que, com o tempo, tudo se torne mais fácil!


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