sexta-feira, 25 de agosto de 2017
domingo, 20 de agosto de 2017
Só nós dois... ❥
Finalmente, já terminei... demorei cerca de 7 meses para o ler... se o início não me cativou {daí a demora em terminá-lo}, a parte final prendeu-me de tal forma que ainda estou a recompor-me...
Surpreendente, apaixonante... mostra que a vida nos surpreende a cada momento... não contive as lágrimas... e quem o ler {ou já o tiver lido} perceberá a razão...
A vida é mesmo tramada...
sábado, 12 de agosto de 2017
Parabéns sobrinho traquina!
Três anos desde o dia em que recebemos a mensagem com a foto do teu nascimento... já desde a barriga da tua mãe que tens revelado o teu lado mais energético, tal era a tua ânsia para conhecer o mundo...
Três anos a alegrares os nossos momentos com as tua cantorias, os teus bailaricos e a tua boa disposição...
Hoje, é dia de festa... tal como é a vida vista aos teus olhos: uma festa! E é assim que desejo que a vejas sempre... colorida, animada e repleta de momentos festivos!
A Tia pode não estar sempre presente, mas quero que saibas que terás sempre um lugar cativo no meu coração... porque o primeiro sobrinho, o primeiro "Tia Ju" ficará para sempre na memória do coração...
Que tenhas um dia feliz, com muitos mimos e abracinhos... que a vida te embale numa doce melodia e te guie sempre no sentido do que mais amas... sem nunca perderes a tua linda boa disposição!!
Parabéns, lindo da tia 💙
![]() |
| Adoro esta foto, em que revelas o teu lado mais doce 💙 |
sexta-feira, 11 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Parabéns, mano!!
A vida tem destas coisas... às vezes, as infelicidades da vida leva-nos a aproximarmo-nos mais de umas pessoas e afastarmo-nos de outras... sempre fomos muito próximos, cúmplices... falávamos {eu falava mais, vá} até altas horas da noite e só nos calávamos quando ouvíamos a voz grossa do nosso pai a mandar-nos calar... partilhávamos amores e desamores... pedíamos opiniões um ao outro... sempre presentes para o que der e vier... mas, com tudo o que aconteceu, a nossa ligação estreitou-se... passaste a ser mais do que um irmão, mais do que um ombro amigo...
Obrigada pela atenção, pelo carinho e preocupação...
Obrigada por estares sempre presente e pronto a ajudar... obrigada pelas lâmpadas trocadas cá em casa {e já foram algumas}, pelas idas às consultas com o menino, pelas saídas para jantar e pelos jantares sem saída, pelas palavras sábias, pela paciência em escutar sempre o mesmo discurso...
Obrigada simplesmente por estares, sem julgamentos ou pressões... e pela mão protetora que me vai guiando...
Hoje, festejamos o teu trigésimo aniversário e o que mais desejo é que a vida seja meiga e doce para contigo... que te auxilie e permita que concretizes todos os teus sonhos... que sejas feliz, construas uma vida recheada de bons momentos... e que me dês muitos sobrinhos {vá, alguns... muitos se calhar a Magda não vai na conversa} 😉
O Gonçalo manda dizer que ama o "pádito" daqui até à Lua... e que és o melhor Pai...drinho do mundo 💙
segunda-feira, 7 de agosto de 2017
💙
É tão bom e tão fácil fazer-te feliz!!!
Quando uma tarde sem planos se torna numa tarde repleta de felicidade... obrigada Tia Magda pela banhoca boa e por não ires na conversa da minha mãe 😘
💙
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Porque ler é um ótimo remédio!
A leitura tem sido o meu "remédio", ajuda-me a "desligar" do mundo, a encontrar algum conforto através das palavras...
Não procuro encontrar respostas para as minhas inúmeras questões {até porque tenho consciência que não existem}, mas sim, procuro encontrar alguma paz, algum alento, não só através de testemunhos, como também de histórias {fantasiosas ou não} sobre a vida para além da morte... porque acredito que a nossa existência não termina aqui... não há um fim, há uma ausência... e é com esta ausência que tenho de lidar, todos os dias... é esta ausência que me pesa, que torna os meus passos mais lentos, que me baralha os pensamentos, que me entorpece, todos os dias...
E é esta ausência, este vazio que me dói, que corrói... porque a dor da perda existe em cada uma das pessoas que o perdeu - os amigos, a família, os colegas - mas a ausência diária... essa dorme na minha cama... senta-se no meu sofá... está no lugar vazio à mesa... todos os dias... a toda a hora...
Por isso, o meu, mais recente, refúgio encontra-se nos livros... nas palavras... no alento que vou encontrando em cada livro... porque, enquanto leio estou comigo, foco-me em mim, nos meus pensamentos, naquilo que quero e, acima de tudo, naquilo que preciso... e, nesta altura, preciso de paz, de sossego... preciso de tomar rédeas à minha vida, evitando {ou pelo menos tentando} tudo o que vá contra aquilo que eu quero e preciso!
Partilho convosco alguns dos livros, talvez possa ajudar quem também precise:
"Quando Acontecem Coisas Más Às Pessoas Boas" (Harold S. Kushner) - Ajuda-nos a entender que a tão repetida questão "porquê" deve ser substituída pela "E agora?"
"Morrer é só não ser visto" (Inês de Barros Baptista) - testemunhos reais de quem perdeu um ente querido
"A Cabana" ( William Paul Young) - Livro avassalador... devorei-o em meia dúzia de horas...
Não procuro encontrar respostas para as minhas inúmeras questões {até porque tenho consciência que não existem}, mas sim, procuro encontrar alguma paz, algum alento, não só através de testemunhos, como também de histórias {fantasiosas ou não} sobre a vida para além da morte... porque acredito que a nossa existência não termina aqui... não há um fim, há uma ausência... e é com esta ausência que tenho de lidar, todos os dias... é esta ausência que me pesa, que torna os meus passos mais lentos, que me baralha os pensamentos, que me entorpece, todos os dias...
E é esta ausência, este vazio que me dói, que corrói... porque a dor da perda existe em cada uma das pessoas que o perdeu - os amigos, a família, os colegas - mas a ausência diária... essa dorme na minha cama... senta-se no meu sofá... está no lugar vazio à mesa... todos os dias... a toda a hora...
Por isso, o meu, mais recente, refúgio encontra-se nos livros... nas palavras... no alento que vou encontrando em cada livro... porque, enquanto leio estou comigo, foco-me em mim, nos meus pensamentos, naquilo que quero e, acima de tudo, naquilo que preciso... e, nesta altura, preciso de paz, de sossego... preciso de tomar rédeas à minha vida, evitando {ou pelo menos tentando} tudo o que vá contra aquilo que eu quero e preciso!
Partilho convosco alguns dos livros, talvez possa ajudar quem também precise:
"Quando Acontecem Coisas Más Às Pessoas Boas" (Harold S. Kushner) - Ajuda-nos a entender que a tão repetida questão "porquê" deve ser substituída pela "E agora?"
"Morrer é só não ser visto" (Inês de Barros Baptista) - testemunhos reais de quem perdeu um ente querido
"A Cabana" ( William Paul Young) - Livro avassalador... devorei-o em meia dúzia de horas...
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Dia dos avós
Hoje, comemora-se o Dia dos Avós, e apesar de ser apenas um dia comemorativo, para mim, é mais um pretexto para dizer às pessoas o quão elas são importantes na nossa vida...
Aos avós do meu filho, obrigada pelo carinho, pela atenção, disponibilidade e, sobretudo, pelo amor genuíno que irradiam pelo meu menino... sois os melhores!
Logo há prendinha e muitos abracinhos :)
segunda-feira, 24 de julho de 2017
"sentir-te" ❥
Depois de mais de duzentos dias {mais precisamente 205 dias} sem te ver... hoje, voltei a sentir o teu beijo... e que saudades do teu beijo... hoje, acordei com o teu toque... foi só um sonho, mas que reflete a tua presença na sua plenitude... amo-te todos os dias a toda a hora...
Miss you, meu doce ❥
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Voltar a ser mãe
É, mais ou menos, isso que sinto... que voltei a ser mãe... voltei no sentido em que tive de repensar no meu papel de mãe... e de pai... não que algum dia vá substituir o pai, isso jamais... o Gonçalo tem um pai e, apesar de, infelizmente, não se lembrar por ser muito pequeno, eles foram felizes juntos e tiveram momentos fantásticos... mas a verdade é que, o meu papel como mãe ganhou outro sentido, outra responsabilidade....
Todos os pais sabem que a maternidade é um desafio constante... não há tempo para intervalos... os filhos não tem o modo pausa, que tanto jeito dava, em determinada altura das nossas vidas... e, se inicialmente, que éramos dois a cuidar e a educar o Gonçalo, já achava um desafio e tantos, agora que estou sozinha com ele, o desafio torna-se ainda maior!
Todos os pais sabem que a maternidade é um desafio constante... não há tempo para intervalos... os filhos não tem o modo pausa, que tanto jeito dava, em determinada altura das nossas vidas... e, se inicialmente, que éramos dois a cuidar e a educar o Gonçalo, já achava um desafio e tantos, agora que estou sozinha com ele, o desafio torna-se ainda maior!
Três semanas após a partida do Jorge, regressei a casa com o meu filho, decidida a fazer frente à realidade que tinha de encarar... foi a melhor decisão que tomei!
Mas, confesso que tomar decisões é o meu calcanhar de Aquiles... e então quando se juntam as palavras "decisões" e "Gonçalo" a coisa ficar complicada... porque tenho medo de errar, porque tenho medo de falhar como mãe, porque tenho medo de não ir de encontro com o que o Jorge gostava ou desejava... porque tenho medo de o desiludir...
Há tempos o Gonçalo teve uma forte varicela com direito a antibióticos e tudo... foram dias {e sobretudo, noites} complicados... as noites eram passadas a dar lhe banho {único local onde se acalmava} e as horas de sono escasseavam de tal forma, que andava em modo "piloto automático"
Quando se vive sozinho com um filho a logística altera-se por completo... acabaram-se as divisões de tarefas, acabaram-se o "agora vai tu"... é preciso repensar em tudo...
Tenho a felicidade de ter um filho calmo, que se entretém facilmente sozinho, e que por isso, me dá alguma liberdade para coisa tão simples como tomar banho... mas, há dias em que ele quer mais atenção, mais colo, mais mimo... há dias em que tenho de tratar do jantar e ele cisma que quer estar no meu colo... há dias em que preciso de passar a ferro e ele puxa-me para brincar com ele... há, por isso, uma necessidade de ter um plano B para essas situações... porque já não há o "fica com o menino, enquanto eu faço isto"...
Por isso, tenho optado por fazer determinadas tarefas {como passar a ferro, estender a roupa...} logo pela manhã... acordo muito mais cedo do que ele... digamos que os meus dias começam ainda o dia está bem tímido... quando o silêncio se faz ouvir ainda mais... e adianto o que posso enquanto ele dorme...
Esta semana tem sido bem mais "dura" em termos de horários, visto que o Gonçalo está em plena "Semana da praia" e tem de estar na creche por volta das 7h30... ora, estar na creche cerca de uma hora mais cedo, implica também ter de acordar mais cedo...
No primeiro dia, acordei às 5h15, tal era o receio de não conseguir ter tudo pronto a tempo... e claro, fomos os primeiro a chegar, mas prefiro isso a terem de esperar por mim... entretanto, já percebi que posso ficar mais meia hora na cama, que consigo chegar a tempo...
Mas há esta necessidade de pensar, voltar a pensar em como devo gerir as coisas de forma a que corra tudo bem... e isso, confesso, há dias que cansa... o cansaço vai-se acumulando, que dou por mim a adormecer primeiro do que ele...
Sinto muito a falta do companheirismo a que estava habituada, sinto falta do abraço reconfortante depois de um dia complicado... sinto tanto a falta do Jorge, não só para ajudar-me a tratar do menino, mas, acima de tudo para puder partilhar com ele esses pequenos momentos que fazem o nosso menino crescer feliz...
Gostava tanto que ele sentisse aquele friozinho na barriga, que senti, quando o autocarro saiu, gostava tanto que ele o visse sentadinho na sua cadeirinha a sorrir... gostava tanto que ele o visse feliz... Eu sei, que ele o vê na mesma, que está presente, mas não é a mesma coisa... até porque o Gonçalo não vê o pai... e se até agora não tem perguntado por ele, nem por que razão os outros têm o pai e ele não... eu sei que um dia esta pergunta surgirá, inevitavelmente... e gostava tanto de lhe responder que o pai não pôde vir porque estava a trabalhar, que o pai para a próxima estará presente... gostava tanto que ele não viesse a sentir que há este vazio na sua vida...
Até esse dia, vou repensando no meu papel de mãe e vou fazendo o melhor que sei e que posso... vou aprendendo a lidar com a maternidade e com a viuvez... duas palavras que nunca pensei, algum dia, escrever na mesma frase...
Quando se vive sozinho com um filho a logística altera-se por completo... acabaram-se as divisões de tarefas, acabaram-se o "agora vai tu"... é preciso repensar em tudo...
Tenho a felicidade de ter um filho calmo, que se entretém facilmente sozinho, e que por isso, me dá alguma liberdade para coisa tão simples como tomar banho... mas, há dias em que ele quer mais atenção, mais colo, mais mimo... há dias em que tenho de tratar do jantar e ele cisma que quer estar no meu colo... há dias em que preciso de passar a ferro e ele puxa-me para brincar com ele... há, por isso, uma necessidade de ter um plano B para essas situações... porque já não há o "fica com o menino, enquanto eu faço isto"...
Por isso, tenho optado por fazer determinadas tarefas {como passar a ferro, estender a roupa...} logo pela manhã... acordo muito mais cedo do que ele... digamos que os meus dias começam ainda o dia está bem tímido... quando o silêncio se faz ouvir ainda mais... e adianto o que posso enquanto ele dorme...
Esta semana tem sido bem mais "dura" em termos de horários, visto que o Gonçalo está em plena "Semana da praia" e tem de estar na creche por volta das 7h30... ora, estar na creche cerca de uma hora mais cedo, implica também ter de acordar mais cedo...
No primeiro dia, acordei às 5h15, tal era o receio de não conseguir ter tudo pronto a tempo... e claro, fomos os primeiro a chegar, mas prefiro isso a terem de esperar por mim... entretanto, já percebi que posso ficar mais meia hora na cama, que consigo chegar a tempo...
Mas há esta necessidade de pensar, voltar a pensar em como devo gerir as coisas de forma a que corra tudo bem... e isso, confesso, há dias que cansa... o cansaço vai-se acumulando, que dou por mim a adormecer primeiro do que ele...
Sinto muito a falta do companheirismo a que estava habituada, sinto falta do abraço reconfortante depois de um dia complicado... sinto tanto a falta do Jorge, não só para ajudar-me a tratar do menino, mas, acima de tudo para puder partilhar com ele esses pequenos momentos que fazem o nosso menino crescer feliz...
Gostava tanto que ele sentisse aquele friozinho na barriga, que senti, quando o autocarro saiu, gostava tanto que ele o visse sentadinho na sua cadeirinha a sorrir... gostava tanto que ele o visse feliz... Eu sei, que ele o vê na mesma, que está presente, mas não é a mesma coisa... até porque o Gonçalo não vê o pai... e se até agora não tem perguntado por ele, nem por que razão os outros têm o pai e ele não... eu sei que um dia esta pergunta surgirá, inevitavelmente... e gostava tanto de lhe responder que o pai não pôde vir porque estava a trabalhar, que o pai para a próxima estará presente... gostava tanto que ele não viesse a sentir que há este vazio na sua vida...
Até esse dia, vou repensando no meu papel de mãe e vou fazendo o melhor que sei e que posso... vou aprendendo a lidar com a maternidade e com a viuvez... duas palavras que nunca pensei, algum dia, escrever na mesma frase...
Foto da autoria da Educadora V. 💙
terça-feira, 18 de julho de 2017
"Morrer é só não ser visto"
Desde que a minha vida sofreu um tremendo abalo, que tenho sentido necessidade de ler... de devorar, literalmente, tudo o que está relacionado com o luto... não propriamente em busca de uma resposta para o que me aconteceu, porque sei que não existe uma resposta concreta, mas sim para me ajudar a alcançar alguma paz interior...
Acredito que as coisas quando acontecem é porque "tinha de ser" e não vale a pena nos massacramos com "porquês"... por isso, vou tentando {aos poucos} interiorizar isso, mas daí até aceitar vai um longo caminho... sinto que a minha parte racional e a minha parte emocional vão tentando encontrar alguma harmonia, embora haja maior esforço da parte racional para "ir aceitando", a parte emocional nem sempre colabora... digamos que estão num processo de negociação... em que, um dia {espero}, as duas partes estarão em sintonia...
Até lá, tenho essa necessidade de ler, de procurar saber mais... de conhecer testemunhos, de saber de casos como o meu, de não me sentir "só" nesta nova condição...
Por isso, quando vi o livro, na Internet, "Morrer é só não ser visto", tive de o comprar, porque é mesmo isso que acredito, que morrer é só não ser visto... porque não pode ser outra coisa... caso o seja, o que andaríamos nós aqui a fazer? Para que serviria a nossa existência? E porque iríamos ao cemitério colocar flores? Porque rezaríamos? Para nada? Não acredito que depois da vida, acabou! Não quero acreditar nisso!
O Jorge continua cá... não o vejo, não o toco, mas está cá... só está de outra forma... se me custa imaginá-lo nessa nova forma? Claro que custa... dói muito saber que não o toco, que não o sinto... mas sabem, tento não pensar nisso... mantenho-me na minha bolha protetora, acredito fervorosamente que ele está cá na mesma, que vive em nós, que continua junto de nós e isso ajuda-me a levar com a vida para a frente... há dias que ajuda mais do que outros... há dias em que mando tudo às urtigas... há dias para tudo, porque a vida não é linear... a vida é feita de curvas, umas mais apertadas do que outras...
sábado, 15 de julho de 2017
Parabéns, meu Pikachu lindo🎉
Meu pikachu mais lindo do mundo,
Há três anos, descobri o verdadeiro significado da palavra MÃE! Descobri que posso viver com o coração fora do peito, que o amor cresce todos os dias, que ser mãe é a minha maior aventura!
Há três anos, nunca imaginaria que estaríamos a festejar o teu aniversário sem a nossa metade: o teu pai! Nunca imaginaria que me tornasse uma pessoa tão forte, mas também tão frágil!
Há três anos, nasceste para me mostrar que não estou sozinha... porque acredito que a vida não faz nada por acaso, e que nasceste para me ajudar a manter a minha cabeça fora de água e não me afundar no meio da tempestade que se tornou a minha vida! És a prova de que o amor do papá e da mamã mantém-se vivo e forte...
Hoje, percebo que se não fosses tu, tudo seria bem mais difícil... se não fosses tu.... não sei o que seria de mim, não sei não! Por isso, filho, hoje, mais do que nunca, agradeço-te com todas as minhas forças teres nascido... obrigada meu filho, és o meu salvador!!
Hoje, é o teu dia, um dia feliz, e por mais que o meu coração esteja do tamanho de uma ervilha, bem apertadinho e cheio de saudades dos nossos abraços a três... hoje, por mais que me vá custar ter de apagar as velas só nós os dois... hoje, é dia de festa, porque o papá {ou o pá, como lhe chamas}, pode não estar cá fisicamente, mas estará de certeza ao nosso lado nesse momento {como em tantos outros}, porque o papá não nos deixaria sozinhos... nunca!
Porque és a melhor parte de nós... és parte da nossa história... da nossa história de amor, que nunca acaba, mesmo que "a morte nos separe"...
Há três anos, descobri o verdadeiro significado da palavra MÃE! Descobri que posso viver com o coração fora do peito, que o amor cresce todos os dias, que ser mãe é a minha maior aventura!
Há três anos, nunca imaginaria que estaríamos a festejar o teu aniversário sem a nossa metade: o teu pai! Nunca imaginaria que me tornasse uma pessoa tão forte, mas também tão frágil!
Há três anos, nasceste para me mostrar que não estou sozinha... porque acredito que a vida não faz nada por acaso, e que nasceste para me ajudar a manter a minha cabeça fora de água e não me afundar no meio da tempestade que se tornou a minha vida! És a prova de que o amor do papá e da mamã mantém-se vivo e forte...
Hoje, percebo que se não fosses tu, tudo seria bem mais difícil... se não fosses tu.... não sei o que seria de mim, não sei não! Por isso, filho, hoje, mais do que nunca, agradeço-te com todas as minhas forças teres nascido... obrigada meu filho, és o meu salvador!!
Hoje, é o teu dia, um dia feliz, e por mais que o meu coração esteja do tamanho de uma ervilha, bem apertadinho e cheio de saudades dos nossos abraços a três... hoje, por mais que me vá custar ter de apagar as velas só nós os dois... hoje, é dia de festa, porque o papá {ou o pá, como lhe chamas}, pode não estar cá fisicamente, mas estará de certeza ao nosso lado nesse momento {como em tantos outros}, porque o papá não nos deixaria sozinhos... nunca!
Porque és a melhor parte de nós... és parte da nossa história... da nossa história de amor, que nunca acaba, mesmo que "a morte nos separe"...
Obrigada filho por seres a criança linda e simpática que és... por fazeres de mim, uma pessoa melhor... obrigada por me fazeres feliz!
Que a vida nunca te roube a tua genuinidade, a tua simpatia, a tua linda gargalhada... e mesmo quando a vida teimar em nos tirar o tapete, filho, nós nunca deixaremos de nos voltar a levantar e de caminhar de cabeça erguida, sabes porquê? Porque juntos somos mais fortes!!
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















