segunda-feira, 30 de outubro de 2017

10 meses ✯

Com a mudança de horário, já o dia começa a nascer, quando acordo... o silêncio, este, permanece na minha casa... 

O Gonçalo ainda dorme, e é aquele momento, só meu, em que me encontro comigo, me sento à mesa a saborear a minha cevada {hoje, com uns docinhos fabulosos a acompanhar... Obrigada Alzira} e ganho balanço para enfrentar mais um dia...

A luz entra pela casa, e aquela brisa fresquinha que me ajuda a despertar... há dez meses que é assim... há dez meses que as recordações fazem parte da minha vida.... há dez meses que a saudade convive comigo, bem cravejada no meu peito...

Prometi que iria fazer um esforço {ainda maior} para tentar ver, no meio do caos, o que de bom a vida me deu {e continua a dar}... prometi que vou focar-me mais em mim... prometi e não quero falhar... por isso, hoje, recordo-te com saudades {tantas, mas tantas saudades}.... recordo o que vivi contigo, o que construímos juntos, o que sonhamos e concretizamos... hoje, não quero pensar na tua partida e o quão ela dói... quero a tua imagem a sorrir gravada na minha mente e no meu coração... é esta a imagem que quero ter comigo... SEMPRE💙


sexta-feira, 27 de outubro de 2017

O que o meu filho me ensinou

Li sobre isso algures num blog, e dei por mim a pensar no que o meu me ensinou nestes três anos de maternidade... e pensando bem, ensinou-me imensa coisa... há, de facto, muita aprendizagem em três anos...

O Gonçalo, acima de tudo, ensinou-me a amar incondicionalmente... amar sem medidas... assim um amor de loucos... confesso, que pensei não ser possível amar assim....

Ensinou-me a ser mais paciente, a não querer tudo para ontem... a saber esperar... a saber aproveitar cada vitória, cada momento... sem pressas...

Aprendi que podemos ser muito felizes com tão pouco... sem grandes artifícios... muitas vezes, os nossos melhores momentos são aqueles que passamos, antes de dormir, entre cantar músicas, fazer cócegas, escondermo-nos debaixo dos lençóis e rir... rir muito... ah, como este miúdo tem a capacidade de me arrancar tantas gargalhadas...

O Gonçalo ensinou-me a lutar, a não me deixar vencer pela vida, mas a fazer-lhe frente...

Ensinou-me a aproveitar mais o tempo e sobretudo, a saber saboreá-lo...

Ensinou-me a agradecer - o que nem sempre é fácil, no meio do turbilhão de emoções que vai na minha vida, e em que há dias em que a revolta venda-me os olhos e não me deixa ver a bênção que tenho na vida: Ele!!

E só por isso, tenho muito a agradecer... a vida não tem sido meiga comigo, é verdade, mas tal como referi no post anterior, em que, em vez de resmungar com os nossos filhos quando fazem algo de mau, devíamos elogiá-los quando fazem algo de bom... também temos de saber agradecer pelas coisas boas que a vida nos dá, e não nos focarmos só nas menos boas... e neste sentido, ao dar-me como filho o Gonçalo..a vida foi deliciosa comigo...

... porque o meu menino ensinou-me que ser mãe é o melhor do mundo!





quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Isso de sermos pais... tem muito que se lhe diga!

A decisão de ter um filho não pode ser tomada de ânimo leve... claro que há aqueles casos em que "aconteceu", mas quando o casal decide que está na altura de terem um filho, essa decisão tem de ser bem pensada, não se tem um filho porque sim...

A nossa vida jamais será a mesma... as nossas rotinas sofrerão uma viragem de 180 graus... porque passamos a ser responsáveis por um novo ser... e temos o dever de cuidar dele e educá-lo com amor...

Se não for para não nos dedicarmos aos filhos, ao bem-estar, à felicidade e educação deles, mais vale não os ter...

Ontem, enquanto almoçava com a minha mãe no shopping, pude observar uma cena entre uns pais {franceses - pelo menos falavam a língua francesa} e os seus filhos - um menino de colo, e outro mais crescido, um pouco mais velho do que o meu menino...

Inicialmente, eu ia trocando sorrisos com o mais novo, que era um doce, e que que se via a léguas que estava cheio de sono... a determinada altura, o menino, que estava ao colo da mãe, começou a ficar agitado {já disse que tinha sono?} e a mãe decide colocá-lo no carrinho... o menino fica ainda mais agitado e não deixa que ela o prenda e aí a mãe decide dar-lhe um valente abanão, esboçando um olhar de má e zangada, que o deixa a chorar... de seguida, dá-lhe o biberão com água, que {normal com crianças... e com sono} deixa cair ao chão... e a dita mãe, que mostrava já sinal de estar farta de ser interrompida pelo menino, decide puni-lo com uma bofetada... óbvio, que o miúdo começa logo a berrar e chorar ainda mais! 

Bem, escusado será dizer que nesta altura, eu já nem ouvia o que a minha mãe dizia.... 

Aparece então o mais velho, que abraça o pai , vira costas e sai da beira deles... fiquei admirada com o à vontade deles em deixar o miúdo afastar-se deles num espaço tão grande e movimentado, mas pronto pensei "isto és tu que és uma stressadinha com o teu".... mas, eis que aquelas alminhas iluminadas se lembram do mais velho e não é que não sabem onde ele está? Pois, bem me parecia que isso ia correr mal... 

Bem, já andavam todos feitas baratas tontas à procura do menino, a mãe já chorava...

Felizmente, lá o encontraram a brincar num carrossel - aqueles que os pais fazem mais uns quilómetros só para que os filhos não o vejam {quem nunca!}

Bem, ainda tive a esperança que aquele pai o abraçasse, feliz por o ter encontrado, mas não...

Mal o viu... zás, um estaladão... toma lá que é para aprenderes a não fugir dos pais... oi? Ele não fugiu, ele saiu da beira deles, o pai viu e continuou na dele...

Bem, fiquei fula com aquela cena toda... e isso, por diversas razões:
- a primeira é que não sou nada apologista de bater... penso que, na maioria dos casos, não provoca o efeito pretendido... neste caso, os dois meninos não perceberam as razões que levaram os pais a bater {aliás, nem eu entendi, e tenho 34 anos};
- a segunda, é que o pai, em momento algum, disse ao filho para não se afastar da mesa onde estavam - eu percebo francês e posso garantir que não ouvi essa indicação;
- a terceira é que, aquele pai estava mais interessado em almoçar, sossegado, do que em vigiar o filho, e depois descarrega a sua frustração na pobre criança...

Partilho este episódio {podia não o fazer}, porque mexeu comigo, porque nunca fui adepta de dar uma palmada quando o Gonçalo faz algo errado... e ainda ontem, ele brindou-me com uma mega birra, com direito a gritos e espernear no chão... a vontade de lhe dar uma palmada ia vindo ao de cima - trabalhar 8 horas com miúdos de diferentes idades e personalidades esgota qualquer ser humano, e ainda ter de chegar a casa e levar com as birras do meu era, para muitos, mais do que motivo para lhe mandar ali dois safanões - mas, optei por inicialmente, ignorar... depois, respirei fundo e conversei com ele até ele deixar de berrar, porque vejamos... se ele berra, e eu berro com ele, ele irá continuar a fazer o mesmo, afinal a mãe também o faz... eles são como esponjas! Por isso, falei baixinho, expliquei que não gosto que ele grite... e ele foi acalmando...

Claro que também não sou a mãe do Ruca em que tudo é perfeito e ela tem paciência de santa... já me passei com ele, mas foram apenas duas vezes, e porque achei que era necessário ele perceber, de outra forma, que ele estava errado... das duas vezes que o fiz, fiquei tão mal com isso, que só me apetecia enchê-lo de beijos.... e enchi 😍

Sei que cada um sabe de si e educa os seus filhos como quer.. não é uma crítica, é apenas a minha opinião, o meu ponto de vista... a minha forma de encarar a educação... do meu filho!

Simplesmente, defendo que agressividade gera agressividade e que, quando optamos por sermos mais rígidos com eles, tem de haver um motivo forte para tal, e não porque sim... até porque, se não houver uma explicação para aquele momento, a criança poderá ficar confusa e não perceber o porquê da mãe ter feito aquilo, quando supostamente, ela tem de dar amor e carinho... penso que isso tudo gera confusão a nível emocional... 

O caso que assisti, ontem, no shopping, fez-me repensar na forma como educamos os nossos filhos, na forma como educo o meu filho, e cada vez mais acredito que a palmada {que também é necessária, não nego} não pode ser dada de forma inconsciente... defendo que deveríamos optar por uma parentalidade positiva... valorizar o que eles fazem de bem, porque muitas vezes só sabemos resmungar com o que eles fazem de mal, mas não nos lembramos de os elogiar quando fazem algo de bem.. conversar com eles, tentar que eles percebam que não gostamos de birras, que eles não podembater... sei que não é fácil, até porque vivemos uma vida demasiado rápida para ser vivida com calma... mas, temos a obrigação de parar e pensar na forma como educamos os nossos filhos!

Pensemos nisso!







segunda-feira, 23 de outubro de 2017

"Viver depois de Ti"

É daqueles filmes em que choras tanto que sentes que ficas com a alma lavada... numa fase em que sinto que estou mais frágil, mais saudosa, mais emocional... o filme fez despoletar todas aquelas lágrimas que fui abafando ao longo do tempo... 

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

{Desabafo} ❧

O outono chegou e com ele, a saudade {ainda} mais cravejada no peito, as lágrimas que teimam em entrar em cena, o choro que apetece largar a toda a hora...

Hoje, acordei cansada... cansada de fingir que consigo, cansada de fazer um esforço para seguir em frente, cansada do "tem de ser", cansada de não ter o Jorge... cansada de  ser forte!

Há dias assim... há dias em que, quando paro {porque, geralmente, tento não me deixar dominar pelos pensamentos} e penso "bolas, vai ser para sempre.. ele não volta mais".. a dor torna-se tão grande, tão forte que dói ... dói mesmo...  dói o peito, dói a barriga... e dói a alma! Esta, coitada, está tão amassada  que, às vezes, acho que não há ponta por onde se lhe pegue...

Hoje acordei cansada, com vontade de não sair da cama, de ficar ali, quietinha... coisa que, curiosamente, nunca fiz, desde a partida do Jorge... nunca fiquei na cama, decidida a não acompanhar o dia... nunca me recusei a cuidar da minha vida, do meu filho... sempre me levantei da cama, e segui em frente... mas, hoje, confesso... acordei cansada... 

sábado, 14 de outubro de 2017

Dia Mundial dos Cuidados Paliativos

Hoje, assinala-se o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos... e muitos {tal como eu} devem estar a pensar mas que raio são os Cuidados Paliativos ... também não fazia ideia da utilidade desses cuidados até ao dia em que eles foram precisos... e quando são precisos não se agoura nada de bom!

Por isso, quando a médica me disse que ia pedir aos Cuidados Paliativos para começarem a acompanhar o Jorge, o meu mundo voltou a desabar!

No início do segundo internamento, lembro-me do Jorge partilhar o quarto com um senhor com cancro no fígado... o senhor estava muito mal, e à medida que o tempo passava, a situação dele piorava, até que, um dia, chegaram os Cuidados Paliativos e, leiga como sou nesses assuntos, perguntei ao Jorge quem eram esses senhores, ao que ele me respondeu "O homem não tem hipóteses!

Lembro-me disso como se fosse hoje... gelei! 

Algum tempo depois, fui eu a ouvir que o meu marido iria ser acompanhado pelos Cuidados Paliativos... fiquei petrificada ao ouvir a médica... ela explicou que esses cuidados iriam ajudar a atenuar as dores, que permitiriam ter mais "qualidade" de vida... mas, eu só pensava em como ele iria reagir ao ouvir isso... 

E o Jorge voltou a surpreender-me com a tranquilidade com que encarou a chegada da equipa e com que conversou com eles... nunca falamos muito disso, acho que andávamos a "enganarmo-nos" um ao outro... ele sabia, eu sabia, mas não queríamos que nenhum dos dois sofresse, então fingíamos que iria correr tudo bem... porque ao negarmos o óbvio, talvez ele não nos consumisse tanto e nos permitisse viver a vida sem termos sempre a sombra da doença atrás de nós... era a nossa forma de seguir em frente...

Há dias, deparei-me com um texto, cujo link encaminhava para o blog No Final do Corredor e confesso que, cada vez mais admiro quem tem a penosa tarefa de cuidar dos que sabem que vão partir... os cuidadores do Jorge foram, sem dúvida, ótimos profissionais, sempre atenciosos, e sobretudo, muito humanos {há tanta falta de humanidade no mundo}...

Lembro-me de ver muitas vezes, o Enf. M. a colocar a mão dele na do Jorge, a tentar reconfortá-lo, dar-lhe algum alento, sem nunca mostrar sentir pena dele {acho tão mau isso... sentir pena de alguém}, mas antes demonstrando gestos de carinho... e são estes gestos que nos aquecem o coração...

Obrigada a todos os profissionais que trabalham com alma, que transmitem amor no que fazem e que cuidam dos outros como se fossem os seus...

Aconselho a leitura do blog... é um murro no estômago é, mas é a realidade.. e a vida nem sempre é cor de rosa...

Pinterest


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Friday's inspiration ❥

Pinterest 

A lei da "atração" ❥

"Se eu me rir, e andar bem disposta, eles [os amigos, familiares] também andam. E eu preciso que eles andem assim. Se eles entram em pânico, eu não consigo, vou-me abaixo."

Este é um excerto de um artigo que se encontra na Revista Visão, visto que hoje se assinala o Dia Mundial do Cancro Metastático e revi-me nessas palavras, porque é mesmo isso que preciso... de ver no outro, ânimo, alento, esperança, vida... e essa energia também parte de nós, da forma como encaramos os desafios da vida... da forma como lidamos com os nossos problemas... 

Procuro lidar com o meu desafio de maneira a que também não passe a ser o desafio dos outros... por isso, mantenho-me "bem disposta" para que também receba boa disposição... porque acredito que se eu fizer um esforço para estar bem, o outro também estará e, inevitavelmente, cria-se ali um ambiente agradável, de onde exala energia positiva, o que será benéfico para ambos...

Por isso, procuro estar com pessoas que me transmitem esta paz de espírito, pessoas com quem sei que encontrarei esta energia boa que alimentará a minha {árdua} caminhada... pessoas que conseguem arrancar-me um sorriso em vez de uma lágrima... pessoas que consegue ver o copo meio cheio, pessoas que não permitem que eu baixe a cabeça... pessoas que sabem que o meu sorriso é uma forma de me proteger, é a minha maneira de encarar a vida, porque apesar da tristeza que carrego dentro de mim, a vida é tão mais leve quando sorrimos e vemos os outros sorrir conosco...

 ❥ ❥ ❥


Aqui

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Sobre o luto*

O luto*

Quatro letrinhas apenas, mas um impacto brutal... ninguém gosta de ouvir esta palavra... vem carregada de incertezas, de dor... vem arrastada, pesada... 

"Estar de luto", "fazer o luto"... são frases que ouço frequentemente... 

Sinceramente, penso que não se está de luto... porque não há data para terminar... não há prazo... não há validade... não se está de luto... vive-se no luto... porque há uma luta diária para viver sem a presença da pessoa que partiu... 

Eu luto, todos os dias, para enfrentar a vida e educar o meu filho, dar-lhe o melhor, fazê-lo feliz... 

Eu luto para que eu seja uma pessoa melhor... mais serena, mais focada em mim, mais em paz comigo...

Não sou guerreira, nem heroína.... não sou super mulher... só procuro não me desiludir, nem desiludir quem me ama... e pensar na possibilidade de desiludir o Jorge, quando ele depositou em mim a responsabilidade de cuidar do nosso filho, é acobardar-me e isso não!

Nunca me esquecerei das palavras dele, junto ao Hospital São João, depois da consulta em que soubemos o péssimo resultado do PET... palavras que ainda hoje fazem eco na minha cabeça... "ela tem de ficar cá para cuidar do Gonçalo".... por isso, eu luto por ele, por mim, pelo nosso filho... 

O luto é isso... lutar todos os dias... porque é preciso reaprender a viver sem essa pessoa, é preciso renascer... porque nunca se fica a mesma pessoa depois de uma perda!

***

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

... saudade...

Nunca tinha sentido tão na pele a saudade... nunca tinha percebido o verdadeiro significado desta palavra tão nossa... até ao dia em que partiste... 

A saudade mora comigo, todos os dias... a saudade acorda comigo, deita comigo... passa os dias junto a mim... há momentos em que ela fica mais discreta, outros em que surge de forma arrebatadora... 

Tenho saudades tuas... do teu toque, do teu beijo... da tua voz, do teu sorriso... saudades das tuas mensagens... saudades de dormir contigo... saudades do teu olhar, de chegar a casa e ver-te e sentir-te tão nosso... saudades do teu cheiro... do teu jeito... tenho saudades de ti!!! 

Todos os dias... A saudade é a minha segunda pele....

Fazes-me tanta falta*
       {love you}

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

34 ღ

Os meus 34 chegaram este sábado... rodeada de muito amor, muito mimo... mas, também de muitas lágrimas e saudades... 

Neste dia, também tomei consciência de quem, verdadeiramente, gosta de mim... aquelas pessoas que nos mostram que somos importantes e que fazem tudo para nos arrancar um sorriso... 

"Gosto de ti" nunca devia ser dito da boca para fora... porque gostar é muito mais do que falar... gostar é cuidar, é saber colocar os outros em primeiro lugar, é "não ter pena"... gostar está nos detalhes... e isso não está ao alcance de todos!

Aos meus, aqueles que contribuíram para tornar o meu dia mais bonito... a eles, obrigada de coração... gosto muito de vocês... gosto muito mais do que as palavras possam expressar... 

Obrigada aos meus sobrinhos pela surpresa na caixa de correio...amei!

Obrigada ao meu mano e à minha cunhada por teres aparecido em casa, à meia noite...{quase que me ia dando o fanico!} .... obrigada pela prendinha que o Gonçalo me ofereceu... 

Obrigada à minha mãe que me acompanhou o dia todo... {gabo-te a paciência}!

Obrigada às primas... Ângela e Si. pela surpresa em terem aparecido para o bolo... obrigada especial à Ângela por ter arriscado sair de casa... 

Obrigada, sobretudo, à minha Su. por me ouvires naquela tarde em que as lágrimas teimavam em escorrer... obrigada pelo presente fantástico... sem dúvida, o melhor até hoje! 
És a maior! Gosty daqui até à Lua 💗

Obrigada ao meu filho, que sem ele, tudo seria bem mais complicado!

Apesar de ter sido um dia difícil, também por assinalar o 9º mês da partida do Jorge, senti que estive rodeada de amor... e isso, é o meu combustível para alimentar a minha força!

...Obrigada...