sexta-feira, 22 de junho de 2018

A importância do "amo-te"*

Gosto de palavras. Escritas. Ditas. Sentidas. As verdadeiras. Aquelas que nos aquecem bem lá no fundo. Que nos roubam sorrisos. Que nos abraçam.

Li algures esta frase "Nem um único dia sem um eu te amo". E lembrei-me que o faço com o Gonçalo. Todos os dias. Um "Amo-te", um "Lobe you", um "gosto de ti". Fazia com o meu Jorge. Ainda o faço. Porque o amor permanece mesmo que não se veja quem se ama. Porque o amor é o motor para que a vida continue com "apesares de". Porque é assim que vejo o amor. 

Quero muito incutir isso ao Gonçalo. A facilidade em expressar o que sente. O não ter vergonha de dizer "amo-te", "Gosto de ti" quando o sente realmente. 

Nem sempre o consegui dizer. Nem sempre o consigo dizer. Tenho essa coisa de sentir "para mim". E nem sempre é bom. É preciso dizer mais. Sentir mais. Amar mais. De verdade. 

Amo muitas pessoas. Nem sempre o digo. Infelizmente. Por mais que se mostre amor por atitudes, gestos, olhares, as palavras serão sempre a "materialização" do sentimento. É importante. É saudável. 

Por isso, todos os dias, digo ao meu filho que o amo. E ele retribui o mesmo amor. Entre beijos e abraços. Gargalhadas e miminhos. Um "amo-te" antes de sairmos, cada um para os seus afazeres. Um amo-te antes de adormecermos. Um "amo-te" sempre que nos apetecer. Porque a vida é feita disso. De Amor.


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