sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

AbraÇos do Papá ♡

Quando vi o livro foi amor à primeira vista ♡

Fazia todo o sentido tê-lo em casa. Foi a nossa leitura de ontem à noite, e acreditem ou não, mas quando acabei de ler a história, o Gonçalo deu um beijo na capa do livro. 

Nisso das saudades, cada um as sente à sua maneira. ♡




sábado, 15 de fevereiro de 2020

Os afetos*

Gosto de pessoas que saibam ver mais do que aquilo que se . De pessoas que saibam ser sem que se veja que o são.

Ontem, também se comemorou o Dia dos Afetos. Um dia {como deveriam ser todos} em que se celebra o amor, o carinho, a empatia... os sentimentos.

O Gonçalo chegou a casa com um saquinho amoroso. Um gesto de amor, de afeto. Um saquinho com doces e com uma mensagem mais doce ainda.

Sou grande fã das palavras. Dou-me muito melhor com elas escritas. Ficam guardadas para sempre. Mas, também gosto delas faladas. E são bem mais bonitas quando ditas com o coração. 

As de ontem, tinham sabor a amor. 

A voz tremeu-me quando as li em voz alta. 

São palavras de afeto. De carinho. Palavras que mostram a importância de dizermos, sempre, o quão gostamos dos nossos filhos. Estejamos onde estivermos.

Em casas separadas.

Noutro país.

Ou lá nas estrelas.

"Gosto sempre de ti!"

                                                                  * Que texto maravilhoso*

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Saudável {mente}

Tal como foi referido no post anterior, a alimentação {mais} saudável tem sido uma preocupação mais consciente.

Neste sentido, e de forma a também "ajudar" outras pessoas que possam estar neste mesmo rumo, partilho algumas ideias do pequeno-almoço, almoço/jantar e snacks desta primeira semana de desafio.

{A qualidade das fotos não é a melhor. Relevem.}

♡ Pequeno-almoço 

#1 Tapioca com manteiga de amendoim 


#2 Panqueca de aveia & banana (sempre com a minha cevada sem açúcar)


Almoço/ Jantar

#1 Pescada grelhada com curgete salteada (e queijo ralado)


# 2 Cogumelos salteados com massa (e queijo ralado)


#3 Grão de bico, atum e ovo

♡ Snacks
#1 Bolachas de aveia

#2 Iogurte liquido e mini bolachas marinheiras 


♡♡♡

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

"O peso"

Quando ouvimos a palavra "peso" associamos, imediatamente, aos quilos. Muito. Pouco. Todos andamos numa "luta" contra o "peso". 

Estarmos bem com o nosso corpo é fundamental para também estarmos bem com a nossa mente. Está tudo interligado. Inevitavelmente. 

Somos feitos de corpo, mente e espírito, e cuidar de um implica cuidar dos restantes. O mesmo acontece quando descuramos um desses pilares. 

O blogue Ai que 31! iniciou hoje um desafio bastante interessante,"Desafio Bikini 2020". Um grupo de pessoas que, juntas, decide ser mais saudável.

Apesar de estar estipulado que, a pessoa que perder mais peso em quatro semanas recebe um prémio, a essência desse desafio é interessante porque faz-nos pensar no quão é importante estarmos "de bem" com a nossa imagem para nos aceitarmos tal como somos. 

A aceitação é o passo mais importante a ser dado. Em tudo. Aceitarmos que temos um problema com a nossa imagem. Aceitarmos que não estamos bem na nossa pele. Aceitar e iniciar a mudança. 

Aprendermos a conviver com as nossas emoções e percebermos que é normal termos dias em que não gostamos do que vemos ao espelho. Os dias "menos bons" fazem parte e são estes que nos fazem valorizar os melhores.

Quando escrevo "peso" entre aspas, pretendo mostrar que o "peso" também está na nossa postura perante a vida, perante os outros, perante os desafios. Muitas pessoas andam "pesadas" de más energias, de emoções que as sobrecarregam. 

Quantas vezes não nos sentimos pesados depois de estar com determinada pessoa? Ficamos exaustos emocionalmente... porque o "peso" também existe nas emoções, e o fundamental também é fazer uma reeducação emocional.

Descuramos muito a parte emotiva, quando, na realidade, esta é fundamental para uma vida mais plena. Mais saudável em todos os sentidos. 

Associei-me a este desafio, não propriamente por querer perder muito peso {só aqueles quilinhos "chatos"}, mas acima de tudo para estar ligada a pessoas que se aceitam tal qual somo são. Com quilos a mais, com quilos a menos. Sem medo dos números na balança. Sem medo de mostrar os seus medos. Porque estamos aqui todos com o mesmo propósito: ser feliz!

Mas que boa iniciativa Ai que 31! ღ

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Sol de inverno*

É no olhar de uma criança que reside a resposta para tudo. A simplicidade de viver o presente. Sem "mas". O agora na sua plenitude!

Este é o meu olhar preferido. O que me dá tudo o que preciso. O meu olhar doce e malandro.  


Boa semana!


 


quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Entre palavras #1

O primeiro livro de 2020. 

O plano dos 4 pilares 

Um livro que nos mostra a importância de focarmos a nossa atenção em quatro áreas essenciais na nossa vida: 

Relaxar
⇝  Dormir
⇝  Mexer-se 
Nutrir

Ainda estou no início do livro e já dou por mim a concordar com imensa coisa. 

O primeiro capítulo incide sobre a necessidade de aprendermos a relaxar. De estarmos conscientes de que é fundamental abrandarmos o ritmo. De dedicarmos, pelo menos, 15 minutos a algo de que gostamos e que nos faça bem. Ler, caminhar, ouvir música, correr, cozinhar. Quinze minutinhos. 

Lembrei-me agora ao escrever, e a propósito desse tema, que a única pergunta que o Jorge fez à médica após a primeira cirurgia e já com diagnóstico muito reservado, estava relacionada com essa necessidade de fazer algo que amava muito. Andar de mota. O único pedido. Queria continuar a andar de mota. 

E pensando sobre isso com alguma profundidade, leva-nos ao que, realmente, nos faz bem e nos faz manter o equilíbrio para continuarmos a nossa caminhada.

O Jorge precisava de andar de mota para conseguir manter a estabilidade emocional de que precisava.

É, por isso, importante que tenhamos a consciência do que nos faz bem e nos ajude a encontrar o nosso ponto de equilíbrio. Se para uns é andar de mota, para outros será caminhar ou correr. O essencial é termos presente de que 15 minutos diários dedicados a algo que nos faz bem não é uma perda de tempo, mas sim um grande benefício para a nossa vida.

A minha forma de equilíbrio passa por ler. Adoro ler. Vario as minhas leituras, mas tenho dito maior enfoque na área do desenvolvimento pessoal. A mente humana é maravilhosa. E os livros têm ajudado imenso a manter a minha atenção no meu crescimento e na minha aceitação.

Acredito que se tivéssemos mais consciência dessa importância e se conseguíssemos pôr em prática esses 15 minutos para nós, seríamos bem mais felizes na nossa vida e na relação com os outros. Porque para estarmos bem com os outros, temos de estar, primeiro, bem conosco. 

Muitas vezes, ouço que ando "distante", "calada". Há tempos a minha mãe ligou-me e a primeira frase foi mesmo essa "Andas muito calada". Ando, sim, não nego, mas, nem sempre "andar calada" tem conotação negativa. 

Em plena era da comunicação, das tecnologias, há uma necessidade, quase obrigatoriedade de estarmos sempre "online". 

Por vezes, é bom estarmos calados, em silêncio. Pode ser perturbador, mas não deixa de ser bom. Aprendi a saber saborear o silêncio. Passo muito tempo sozinha. E não me tenho incomodado com isso. Ouço música. Leio. Reflito.

Acredito que se todos fizessem isso, dedicassem tempo a estar quietos, em silêncio, seríamos bem mais tolerantes, pacientes e, muito menos queixosos.

Quando refiro estar quietos em silêncio, óbvio que não é para estar no telemóvel ou a usar qualquer tipo de tecnologia. 

Reduzir o uso das redes sociais, do telemóvel também é um dos meus objetivos. Tenho percebido que as redes sociais não me trazem muitos benefícios. Gosto de lá estar, de colocar uma ou outra foto, mas, apercebi-me que, por vezes, ver a realidade de outras pessoas deixava-me triste. Por isso, já fiz umas alterações, nesse sentido, e pretendo ir diminuindo mais ainda. 

O livro tem um capítulo dedicado às redes sociais e é assustador sentir que somos marionetas nas mãos das tecnologias. A quantidade de vezes que pegamos no telemóvel só porque sim. Medo.

Seria, por isso, importante todos pararmos para pensar, com consciência, na forma como a vida moderna nos está a transformar, e fazer algo para mudar isso, sob pena de sermos engolidos por ela.




segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

As "metas"

O início de um novo ano é sempre altura de um "recomeço". Encaramos essa data como um ponto de partida para a mudança.

Acredito que a mudança pode acontecer em qualquer altura da nossa vida. No entanto, é compreensível que haja essa vontade de fazer reset a muita coisa e começar com o pé direito.

Não seria sincera se dissesse que não penso dessa forma. Claro, que vejo no início de um novo ano a possibilidade de uma renovação na minha vida. Em todos os aspetos. 

Somos um ser em constante evolução e, como tal, temos essa necessidade de querer mais. 

Mas, o que dificulta esse desejo de ir mais além? 

O comodismo. O medo. A insegurança. A falta de coragem de dizermos e sermos o que queremos.

Muitas vezes, as metas que traçamos não chegam sequer a sair do papel. Demasiadas vezes, acomodamo-nos à vidinha que temos.... porque é melhor jogar pelo seguro.

Infelizmente, faço parte desse grupo de pessoas. Escrevo infelizmente, porque gostava de conseguir arriscar mais. Fazer mais vezes o que, realmente, me apetece. Virar as costas ao politicamente correto. 

Mas.... há sempre um mas... 

Neste novo ano, a minha grande meta é essa. 

Quebrar mais vezes as minhas barreiras. Ganhar coragem para ser mais frontal... e não sofrer com isso... 

Arriscar, sem medo.

Libertar-me do que, e de quem, me faz mal.

Pensar menos, e sentir mais.

Amar-me primeiro.

Ser feliz.

Se realmente conseguir atingir essa capacidade de desafiar-me, todos os dias, será, sem dúvida, uma grande vitória alcançada.

Que tenhamos todos a coragem de nos superarmos, apesar dos desafios que a vida nos impõe!

Bom ano!

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

2019

Com o aproximar de mais um ano é inevitável fazermos uma reflexão acerca do ano que está a terminar. 

A verdade é que nem sempre conseguimos pôr em prática aquilo que nos comprometemos fazer no início do ano, em que as resoluções são tantas vezes meramente utópicas. 

Os primeiros dias do meses são verdadeiros trampolins para sermos as melhores pessoas do mundo, mas logo, este impulso vai perdendo a força e, aos poucos, lá voltamos ao que éramos. 

É preciso ser-se muito disciplinado para, efetivamente, conseguirmos mudar algo na nossa vida. É preciso foco e determinação, e nem sempre o conseguimos.

Ao "rever" o meu 2019, apercebo-me que ainda há muito para fazer para ser aquilo que realmente gostaria de ser. Ainda há muitas arestas por limar. Muitas lágrimas do passado para chorar. Muitos "medos" para superar. Muita coragem para conquistar.

Apesar de tudo, a vida é uma constante aprendizagem, e mesmo que sinta que, ainda não consegui alcançar a tão desejada quietude, vou continuando a trilhar o meu caminho, procurando conhecer-me e fortalecer-me a cada passo.

Que 2020 traga muita saúde e paz... porque o resto damos sempre um jeito!


Feliz 2020!



terça-feira, 24 de dezembro de 2019