... por mais que me custe (e muito) trabalhar ao sábado (principalmente da parte da tarde), constato que só pelo facto de não ter de levar com aquele trânsito infernal da semana, já vou mais bem-disposta...
Há 14 anos, escrevia o meu primeiro texto. Ainda a medo. Cheia de dúvidas, mas com imensa vontade de escrever o que me ia na alma. A escrita faz-me bem. Alimenta-me. Permite-me perpetuar os meus pensamentos para, quando me apetecer (ou precisar) voltar a eles. No dia 22 de setembro de 2008 , criei este espaço, inicialmente como sendo "My Sweet Dream" e, posteriormente, como sendo " A Vida a Três ". Pensei em mudar o nome, porque sentia que o nome me pesava muito. Carregava a dor, a ausência, a perda... mas a vida encarregou-se de me mostrar que os eventos têm o significado que lhes damos, e "a vida a três", mesmo que em planos diferentes, não tem de ser, necessariamente algo envolto de tristeza e de dor. Tentei, por isso, ressignificar este evento da minha vida e dar-lhe o amor que sempre nos caracterizou. O blogue, infelizmente, perdeu a visibilidade, devido à presença das redes sociais. Apesar disso, sinto necessidade de cá aparecer e ir publicando os ...
... e parece que festejamos as Bodas de Trigo ♥ Significado : O nome das bodas começa com os materiais mais frágeis e a cada ano ele é substituído por algo mais valorizado e importante. Aos três anos de casados, o casal comemora a bodas de trigo , que também é chamada de bodas de couro. O trigo representa a fartura, a prosperidade, a alegria, e a união, e simboliza o processo de se preparar a terra para ver o trigo brotar e alimentar a sua relação por muitos anos. Enquanto isso, o couro simboliza a proteção e faz referência ao contato diário da pele que o casal vivência.
Após ter lido o post da Lisa Joanes sobre a maternidade e, de ter sentido cada palavra que ela escreveu, percebi que, muitas vezes (diria até demasiadas vezes) escondemo-nos atrás do comportamento dos nossos filhos para adiar o que gostaríamos de fazer. É tal o cansaço físico e psicológico que tudo se resume aos miúdos. Não sei o que é ter mais do que um filho, e talvez nunca o venha a saber, mas sei o que é educar um filho sozinha. E, claramente, não é fácil. Quando fiquei sozinha com o Gonçalo, ele tinha pouco mais do que dois anos. Foram meses muito difíceis porque eu não estava bem emocionalmente e isso, inevitavelmente, era transmitido para o menino. Tivemos noites horríveis e dias difíceis de gerir. Cada um com a sua dor, e eu tinha dias que sentia que não seria capaz de dar conta do recado. Hoje, e apesar de todos os desafios que ainda temos (e acreditem que continuam a ser alguns), tenho outra capacidade de lidar com a maternidade a solo. Há mais companheirismo, mais paci...
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